O que é delivery? Delivery é o serviço de entrega de produtos diretamente ao cliente, geralmente realizado por restaurantes, mercados e outros negócios por meio de aplicativos, telefone ou plataformas digitais.
Nos últimos anos, o delivery se tornou uma das principais formas de consumo no setor de alimentação. Aplicativos e pedidos online ampliaram o alcance dos restaurantes e aumentaram o volume de vendas.
Mas existe um efeito colateral pouco discutido: quanto mais pedidos chegam, maior pode ser a desorganização da operação. Pedidos vindos de vários canais, controle de entregadores e gestão de rotas podem transformar o delivery em um desafio operacional.
Neste guia você vai entender:
- o que é delivery e como funciona
- quais são os tipos de delivery
- quais tecnologias fazem essa operação acontecer
- e como organizar o delivery do restaurante para evitar problemas na operação
O que é o serviço de delivery?
O serviço de delivery é um modelo de venda em que o produto é preparado ou separado pelo estabelecimento e entregue diretamente no endereço do cliente. No setor de alimentação, isso significa que o restaurante recebe o pedido por um canal digital ou telefônico e realiza a entrega por meio de motoboys, entregadores próprios ou plataformas especializadas.
Na prática, o delivery funciona em três etapas principais:
- Recebimento do pedido: o cliente faz o pedido por aplicativo, site, telefone ou WhatsApp.
- Preparação do pedido: o restaurante prepara o produto solicitado.
- Entrega ao cliente: o pedido é retirado por um entregador e levado até o endereço informado.
Esse modelo ganhou força com a popularização dos smartphones e dos aplicativos de entrega, que facilitaram a conexão entre restaurantes, consumidores e entregadores.
Para os restaurantes, o delivery representa uma oportunidade de aumentar o faturamento sem depender apenas do atendimento presencial. Ao mesmo tempo, ele exige organização operacional, já que pedidos podem chegar de vários canais ao mesmo tempo.
Quando essa operação não é bem estruturada, surgem problemas como: pedidos atrasados, erros na entrega, dificuldade para controlar entregadores e falta de visibilidade sobre o andamento dos pedidos.
Por isso, além de entender o que é delivery, é essencial estruturar processos e utilizar tecnologia para manter a operação organizada e eficiente.
Veja como organizar o processo de trabalho do seu restaurante e evitar prejuízos com o delivery!
Quais são os tipos de delivery?
Os tipos de delivery variam de acordo com quem vende, quem controla a operação e quem faz a entrega.
Na prática, entender essa diferença é essencial. É isso que define custos, controle e eficiência da sua operação.
Hoje, no food service, existem três modelos principais: delivery pelos marketplaces, delivery próprio e delivery híbrido, que combina os dois modelos na mesma operação.
Delivery pelos marketplaces
Nesse modelo, o restaurante vende dentro de plataformas como o iFood e o próprio marketplace é responsável pela entrega.
Ou seja, o pedido entra pelo aplicativo e o entregador também é do aplicativo.
Esse é o modelo mais simples para começar, porque não exige uma estrutura logística própria. Em contrapartida, pode envolver taxas mais altas e menos controle sobre a entrega.
Na prática, funciona assim:
- vendas concentradas dentro do aplicativo
- entregadores da própria plataforma
- pouca gestão logística interna
É um modelo eficiente para gerar volume de pedidos, mas limita o controle sobre a operação no dia a dia.
Delivery próprio
O delivery próprio acontece quando o restaurante assume o controle da operação.
Nesse modelo, o restaurante tem seus próprios canais de venda, como cardápio digital, site, WhatsApp e os marketplaces, e também cuida da entrega.
Isso envolve:
- gestão dos pedidos
- gestão da marca e marketing
- controle dos entregadores
- organização das rotas
- acompanhamento das entregas
Esse modelo exige mais organização, mas em troca oferece algo essencial: mais controle sobre as entregas e custo da operação.
Um ponto importante é que o delivery próprio não depende exclusivamente de onde o pedido vem. Mesmo vendendo pelo iFood, o restaurante pode usar seus próprios entregadores.
Nesse caso, a operação continua sendo considerada delivery próprio, porque a logística está sob controle do restaurante.

A evolução do delivery no food service
O delivery nem sempre foi prioridade para os restaurantes. Antes de 2020, a maioria das operações era focada no atendimento presencial, com o salão sendo o principal canal de vendas.
Nesse período, o delivery existia, mas de forma limitada. Restaurantes que operavam com entrega já nasciam com esse modelo e tinham alguma estrutura dedicada. Já os restaurantes de salão, em geral, não tinham operação de delivery organizada.
Com a chegada da pandemia, esse cenário mudou rapidamente.
Restaurantes que dependiam do salão precisaram adaptar sua operação para continuar vendendo. O delivery deixou de ser uma opção e se tornou essencial para a sobrevivência do negócio.
Foi nesse momento que muitos passaram a utilizar os entregadores dos marketplaces, já que era a forma mais rápida de começar sem precisar montar uma estrutura própria.
No pós-pandemia, o comportamento do consumidor se consolidou e o delivery continuou crescendo.
Com isso, os restaurantes começaram a evoluir a operação. Além dos marketplaces, passaram a estruturar canais próprios e, em muitos casos, implementar também entregadores próprios para ganhar mais controle sobre as entregas.
Hoje, a realidade da maioria dos restaurantes é operar com diferentes formas de entrega ao mesmo tempo, combinando entregadores próprios e dos marketplaces dentro da mesma operação.
Esse novo cenário trouxe mais alcance e oportunidades de crescimento, mas também aumentou significativamente a complexidade da gestão do delivery.
Frota garantida: a evolução das entregas nos marketplaces
Com o crescimento do delivery e o aumento do volume de pedidos, os marketplaces também passaram a evoluir seus modelos de entrega.
Um exemplo disso é a Frota Garantida, solução do iFood que traz mais previsibilidade para as operações.
Nesse modelo, os entregadores podem escolher atuar em uma loja específica durante um período definido, ficando disponíveis para realizar as entregas daquela operação ao longo do horário selecionado.
Na prática, isso significa que o restaurante passa a contar com maior disponibilidade de entregadores próximos, principalmente em momentos de maior demanda.
Esse formato ajuda a dar mais consistência para as entregas, melhora o fluxo operacional e facilita o atendimento em horários de pico.
Com essa evolução, o delivery se torna ainda mais estruturado, permitindo que restaurantes operem com mais estabilidade e escalabilidade nas entregas.
Diferença entre delivery e serviço de entrega
Embora muitas pessoas usem os dois termos como sinônimos, delivery e serviço de entrega não são exatamente a mesma coisa.
O delivery é um modelo de venda em que o produto é preparado ou separado após o pedido do cliente e entregue diretamente no endereço informado. Ele é muito comum em restaurantes, pizzarias, lanchonetes, farmácias, pet shops e mercados.
Já o serviço de entrega é um conceito mais amplo. Ele se refere a qualquer tipo de transporte de produtos de um ponto a outro, podendo ser realizado por transportadoras, correios ou empresas de logística.
Na prática, o delivery é um tipo específico de serviço de entrega, focado em rapidez e conveniência para o consumidor.
Tecnologias envolvidas no delivery
A operação de delivery moderna depende de tecnologias que ajudam restaurantes a organizar pedidos, controlar entregadores e otimizar as entregas.
Sem essas ferramentas, é comum surgirem problemas como atrasos, dificuldade para distribuir pedidos e falta de controle sobre custos da operação.
Veja algumas das principais tecnologias usadas na gestão de delivery.
Despacho automático inteligente
O despacho automático distribui os pedidos para os entregadores de forma automática, considerando fatores como distância, disponibilidade e prioridade da entrega.
Isso reduz o tempo de decisão manual e ajuda a manter a operação mais ágil, principalmente em horários de pico.
Roteirização e agrupamento de pedidos
A roteirização inteligente calcula as melhores rotas para os entregadores com base em localização e trânsito.
Além disso, alguns sistemas permitem agrupar pedidos próximos na mesma rota, aumentando a produtividade dos entregadores e reduzindo o tempo de entrega.
Controle de pagamentos
Outra tecnologia importante é o controle de pagamentos das entregas.
Esse recurso permite acompanhar valores recebidos em dinheiro, cartão ou online, facilitando a conciliação financeira da operação de delivery.
Controle de custos da operação
Ferramentas de gestão também ajudam a acompanhar os custos do delivery, como pagamento de entregadores, taxas e despesas operacionais.
Com esses dados, o restaurante consegue entender melhor a rentabilidade das entregas e tomar decisões mais estratégicas para o negócio.
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O mercado de delivery no Brasil e no mundo

O delivery se consolidou como uma das principais tendências do setor de alimentação nos últimos anos. Impulsionado pela digitalização e pelo crescimento dos aplicativos, o modelo mudou a forma como consumidores pedem comida e como restaurantes vendem seus produtos.
No Brasil, o mercado de delivery cresceu de forma acelerada. Segundo dados da Statista, o setor de entrega de alimentos movimenta bilhões de dólares por ano e continua em expansão, impulsionado principalmente pelo uso de aplicativos e pedidos online.
Alguns números mostram a dimensão desse mercado:
- o Brasil está entre os maiores mercados de delivery do mundo
- milhões de pedidos são realizados diariamente por aplicativos
- o setor continua crescendo com a digitalização do consumo
No cenário global, o delivery também apresenta forte crescimento. Em diversos países, restaurantes passaram a integrar canais digitais de venda e investir em tecnologia para organizar pedidos e entregas.
Esse movimento mostra que o delivery deixou de ser apenas um serviço complementar e se tornou parte essencial da estratégia de vendas de muitos restaurantes.
Custos e taxas do delivery
Operar com delivery envolve alguns custos que fazem parte da logística de entrega e da intermediação dos pedidos. Esses valores podem variar de acordo com a plataforma utilizada, o modelo de entrega e o volume de vendas do restaurante.
Um dos principais custos está nas taxas cobradas pelos aplicativos de delivery.
No caso do iFood, por exemplo, os valores costumam seguir uma estrutura parecida:
- 12% de comissão sobre os pedidos quando o restaurante utiliza entregadores próprios
- 23% de comissão quando a entrega é feita pela logística da plataforma
- 3,2% de taxa de pagamento online para pedidos pagos pelo aplicativo
- mensalidade entre R$110 e R$150 para restaurantes que faturam acima de determinado valor mensal
De forma geral, considerando diferentes plataformas e planos, as taxas do delivery costumam variar entre 12% e 25% do valor de cada pedido, podendo chegar perto de 30% dependendo do modelo de operação.
Além das comissões das plataformas, existem outros custos comuns na operação de delivery:
- pagamento de entregadores
- embalagens para transporte dos pedidos
- taxas de transação de pagamento
- gestão da operação e atendimento ao cliente
Por isso, muitos restaurantes acompanham esses custos de perto para garantir que o delivery continue sendo uma operação rentável.
Como gerenciar sua operação de delivery
Gerenciar uma operação de delivery exige organização, controle dos pedidos e visibilidade sobre as entregas. À medida que o volume de pedidos cresce e os canais de venda se multiplicam, a gestão da logística se torna uma parte essencial para manter a operação eficiente.
Para estruturar um delivery mais organizado, alguns pontos são fundamentais.
Centralizar os pedidos
Quando os pedidos chegam por diferentes canais, como aplicativos, telefone, site ou WhatsApp, é importante centralizar essas informações em um único sistema.
Isso ajuda a evitar erros, melhora a comunicação entre cozinha e entregadores e facilita o acompanhamento de cada pedido até a entrega.
Organizar a logística de entrega
Outro ponto importante é ter controle sobre a operação logística. Saber quais entregadores estão disponíveis, quais pedidos estão em rota e quais entregas já foram finalizadas ajuda a manter o fluxo da operação mais previsível.
Esse controle também contribui para melhorar os prazos de entrega e a experiência do cliente.
Utilizar tecnologia para otimizar as entregas
Com o crescimento do delivery, muitos restaurantes passaram a utilizar plataformas de gestão logística para organizar a operação de entregas.
Ferramentas como a Pick n Go ajudam restaurantes a ter mais controle sobre o delivery por meio de recursos como:
- despacho automático inteligente de pedidos
- roteirização e agrupamento de entregas
- acompanhamento das entregas em tempo real
controle de pagamentos e custos da operação
Com esse tipo de tecnologia, o restaurante consegue organizar melhor a logística de entrega, reduzir atrasos e ganhar mais eficiência na operação de delivery.
Conclusão
O delivery transformou a forma como restaurantes vendem e entregam seus produtos. Com o crescimento dos pedidos online, organizar a logística das entregas se tornou essencial para manter a operação eficiente.
Utilizar tecnologia para gerenciar pedidos, entregadores e rotas ajuda a trazer mais controle para o dia a dia do restaurante. Plataformas como a Pick n Go permitem automatizar processos e organizar a operação de delivery de forma mais simples.
Se você quer ter mais controle sobre as entregas do seu restaurante, conheça as soluções da Pick n Go e veja como a tecnologia pode ajudar a otimizar sua operação de delivery.
