Como vender pelo iFood é uma dúvida comum de quem quer aumentar as vendas sem perder o controle da operação. O problema é que, sem organização, vender mais pelo iFood quase sempre significa ganhar menos.
Comissões altas, promoções mal planejadas, atrasos na entrega e falta de controle no pico fazem muitos restaurantes perderem margem sem perceber.
O iFood pode ser um ótimo canal de vendas, desde que o restaurante saiba como operar, o que controlar e quais erros evitar no dia a dia.
Neste guia prático, você vai aprender como vender pelo iFood com mais segurança, mantendo o controle da operação e protegendo a margem do seu restaurante.
Passo a passo: como vender pelo iFood
1. Prepare o cardápio para dar lucro
Antes de vender pelo iFood, o cardápio precisa estar ajustado para delivery.
Nem todo item que funciona no salão funciona bem na entrega. Pratos que atrasam, perdem qualidade ou geram reclamação afetam nota e margem.
Priorize itens:
- com preparo rápido
- fáceis de embalar
- com boa aceitação no delivery
- que mantêm qualidade até a entrega
Menos opções bem definidas vendem mais do que um cardápio grande e confuso.
2. Calcule o preço com comissão e embalagem
Vender pelo iFood sem recalcular preço é um dos erros mais comuns.
A comissão, a embalagem e possíveis taxas precisam estar no preço final. Caso contrário, o restaurante vende bem e perde margem em silêncio.
Antes de publicar o preço, considere:
- custo do prato
- comissão do iFood
- custo da embalagem
- taxa de entrega ou repasse
Preço certo não é o mais barato. É o que sustenta a operação.
3. Configure horários e área de entrega com segurança
Abrir demais pode virar prejuízo.
Horários longos e áreas grandes aumentam atrasos, reclamações e cancelamentos, principalmente no pico.
Comece com:
- horários que sua equipe consegue atender
- área de entrega que não estoure o tempo
- expansão gradual conforme a operação aguenta
Controle vem antes de volume.
4. Organize produção e embalagem para o pico
O pico é onde a margem se perde.
Sem organização, pedidos acumulam, atrasam e geram retrabalho. Isso impacta diretamente a nota no iFood.
Defina:
- quem produz
- quem embala
- quem confere pedidos
- quem libera para entrega
Funções claras reduzem erros e aceleram a saída.
5. Estruture a entrega para não estourar o tempo
A entrega é parte crítica da venda pelo iFood.
Se o restaurante não controla a saída dos pedidos, o atraso vira rotina e o ranking cai.
Tenha clareza sobre:
- qual entregador está disponível
- qual pedido sai primeiro
- tempo médio de entrega
Entrega desorganizada compromete toda a operação.
6. Crie uma rotina diária de conferência e ajustes
Vender pelo iFood exige acompanhamento diário.
Não olhar dados, tempos e reclamações faz o problema crescer silenciosamente.
Crie uma rotina simples:
- revisar atrasos
- analisar cancelamentos
- ajustar horários e cardápio
- corrigir gargalos rapidamente
Controle diário evita prejuízo no fim do mês.

Onde o iFood mais derruba sua margem
A perda de margem no iFood quase nunca acontece de uma vez.
Ela acontece aos poucos, em vários pontos da operação.
O primeiro deles é a precificação incorreta. Muitos restaurantes usam o mesmo preço do salão no delivery, sem considerar comissão, embalagem e taxas. O resultado é venda alta com lucro baixo.
Outro ponto crítico são as promoções automáticas. Descontos mal planejados aumentam o volume, mas consomem margem rapidamente, principalmente quando o custo já está apertado.
Os atrasos na entrega também pesam no caixa. Eles geram:
- cancelamentos
- reembolsos
- queda de ranking
- perda de visibilidade
Tudo isso reduz vendas futuras.
Há ainda o custo invisível do retrabalho operacional. Erros de pedido, atrasos na saída e falta de organização no pico aumentam desperdício e sobrecarga da equipe.
Por fim, a falta de acompanhamento diário faz a margem escorrer sem o gestor perceber. Quando o problema aparece, o prejuízo já está instalado.
Controlar a margem no iFood exige atenção aos detalhes da operação, não apenas ao volume de pedidos.
O erro de operar o iFood no improviso
Operar o iFood no improviso é tratar cada pedido como uma exceção.
Quando não existe um fluxo claro, o pedido entra e a equipe precisa decidir tudo na hora. Quem produz, quem embala e quando sai para entrega.
No horário de pico, esse modelo não escala. As decisões atrasam, os pedidos acumulam e a operação perde ritmo.
O improviso também impede controle. Sem padrão, o gestor não consegue identificar onde estão os atrasos nem o que está afetando a margem.
Vender pelo iFood exige previsibilidade. Sem processo, o crescimento se transforma em desorganização e o lucro some aos poucos.
Veja também: Como organizar o fluxo de trabalho do restaurante para evitar atrasos e eliminar gargalos no delivery
O que acompanhar para não perder controle
Vender pelo iFood sem acompanhamento diário é abrir mão da gestão.
O restaurante precisa monitorar tempos de preparo, atrasos e reclamações com frequência. Esses dados mostram onde a operação está falhando.
Também é importante observar cancelamentos e picos de demanda. Eles indicam se a equipe e a estrutura estão adequadas para o volume atual.
Controle não significa olhar relatórios complexos.
Significa criar o hábito de acompanhar o que impacta diretamente a margem e a experiência do cliente.
Quem acompanha, ajusta rápido. Quem não acompanha, descobre o problema tarde demais.
Vender pelo iFood com controle total
O iFood é um canal poderoso de vendas, mas o controle da operação precisa estar dentro do restaurante.
Vender mais só faz sentido quando a operação acompanha o crescimento e a margem se mantém saudável.
Para isso, é fundamental ter visibilidade do fluxo de pedidos, controle das entregas e decisões rápidas no horário de pico.
A Pick n Go ajuda restaurantes a vender pelo iFood sem perder o controle da operação.
Com mais organização, visibilidade em tempo real e menos improviso, o delivery se torna previsível e eficiente.
Se você quer vender pelo iFood com mais segurança e proteger sua margem, fale com o time da Pick n Go.
Entre em contato e veja como ter controle total das entregas, sem complicação.
